A Frente Empresarial para a Regeneração da Agricultura (FERA) é um comitê que atua na defesa dos interesses de quem pratica a agricultura mais moderna e sustentável no Brasil. Acreditamos que a união de esforços pode fortalecer a competitividade, garantir resiliência climática e promover um impacto ambiental e social positivo.
A FERA surge para ser a voz unificada dos setores modernos do agro, mostrando que a agricultura regenerativa não é apenas sustentável, mas também essencial para atender às demandas do mercado global e enfrentar os desafios climáticos.
Agricultor e engenheiro florestal, com mestrado em Ecologia e especialização em Agroflorestas e Restauração Florestal. Cofundador da Courageous Land e responsável pela área de agroflorestas, atua no planejamento e execução de projetos agroflorestais na Amazônia e na Mata Atlântica. A trajetória profissional de Gilberto inclui atividades em inventários florestais, restauração, silvicultura e gestão de áreas protegidas.
Juliana Pasqual
Farmacêutica por formação, Juliana é fundadora da Purenne, empresa de alimentos saudáveis, focada na pesquisa e desenvolvimento de matérias-primas e produtos inclusivos, de impacto socioambiental positivo. Faz parte da Rede Ecovida, grupo Sintropia, cujo foco é o plantio agroflorestal. É fundadora do projeto Sítio Pirá Pora, unidade rural com certificação orgânica, e idealizadora do Minemal, projeto de produtos naturais e sustentáveis para animais de estimação.
Engenheiro Agrônomo, formado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Juntamente com o sócio Marcone Xavier, transformou a Fazenda Vista Alegre, uma propriedade improdutiva, em uma das maiores produtoras de alimentos orgânicos de Minas Gerais com o projeto Vista Alegre. Em 2019 iniciou o Projeto Crioulo, que pesquisa variedades crioulas de milho, e desenvolvimento de novos mercados para produtos feitos a partir desses grãos.
Lucimar Silva
Luis Fernando Laranja
Orlando Nastri
Vinícius Soares
Nós, da Frente Empresarial para a Regeneração da Agricultura (FERA), nos comprometemos a promover a transição para práticas agrícolas que não só visam a produção eficiente e lucrativa, mas também a regeneração do meio ambiente e a justiça social. Reconhecemos a importância de construir uma voz unificada que represente os interesses dos setores modernos do agronegócio, pautando-se por princípios de sustentabilidade e compromisso com a comunidade.
Acreditamos que os princípios da agricultura regenerativa são uma solução para dar resiliência aos produtores brasileiros diante das mudanças climáticas e do aumento das exigências dos mercados.
Se trabalharmos unidos, com nossas experiências em diferentes culturas agrícolas, poderemos contribuir para fomentar políticas públicas que incentivem a adoção da agricultura regenerativa, principalmente entre os pequenos produtores que têm menos acesso a crédito e assistência técnica.
Com esse esforço até a COP 30, ajudaremos a garantir a segurança alimentar do Brasil e do mundo – e reduzir as mudanças climáticas.
Benefícios e vantagens da Agricultura Regenerativa:
Aumento da Fertilidade: práticas como o uso de adubos verdes, compostagem, e rotação de culturas aumentam a matéria orgânica no solo, melhorando sua estrutura e capacidade de retenção de nutrientes.
Resistência a eventos climáticos: solos regenerados têm melhor capacidade de absorção de água e são mais resistentes a secas e inundações, protegendo as culturas de eventos climáticos extremos.
Redução da erosão: técnicas como plantio direto e cobertura do solo protegem contra a erosão, preservando a integridade do solo.
Redução de custos: a diminuição no uso de insumos químicos e a maior eficiência do solo podem reduzir os custos de produção a longo prazo.
Alimentos mais nutritivos: solos saudáveis geralmente produzem alimentos mais ricos em nutrientes, o que pode melhorar a qualidade da dieta das comunidades.
Estabilidade da produção: a diversificação de culturas e a resiliência do solo contribuem para uma produção agrícola mais estável e previsível.
Geração de empregos: a agricultura regenerativa pode criar novas oportunidades de emprego, especialmente em áreas de manejo sustentável e práticas regenerativas.
Fortalecimento das comunidades: a prática promove uma relação mais harmoniosa entre o homem e o meio ambiente, fortalecendo as comunidades rurais e sua relação com a terra.
Menor dependência de produtos químicos: a ênfase em práticas biológicas e naturais reduz a necessidade de fertilizantes e pesticidas sintéticos, o que diminui os custos e a pegada ecológica da produção.
Capacitação: a agricultura regenerativa promove o aprendizado contínuo e a inovação.
Aprendizado: a agricultura encoraja agricultores a adotarem novas técnicas e a se adaptarem aos desafios ambientais e econômicos.
A Agricultura Regenerativa é um caminho rentável e promissor. A FERA é um espaço para mostrar o que estamos fazendo em benefício ao Brasil. A agricultura regenerativa não só melhora a produtividade agrícola, como também traz benefícios significativos para o meio ambiente, a economia e a sociedade como um todo, criando um sistema de produção mais sustentável e resiliente.
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